18. As Luzes no Céu
18. As Luzes no Céu
Sobre esta música
As luzes no céu
São pontos de graça;
Não pense ser seu
Esse tempo que passa.
Os cheiros das flores,
Os risos das cores,
Nos campos, nas praças,
Exalam louvores.
Na terra ou no ar,
Há sons a tocar.
Dos bichos silvestres,
Sinfonias ao mestre.
Não pensam, oferecem.
A glória é de Deus!
Num tempo de caos,
Ele ordena, obedecem.
Lara, lá, lá, lá, lá...
Sim, quero cantar,
Em adoração,
Com meu coração.
Se a voz desafina,
Senhor das crianças,
Me veja menino
Com flauta e com danças.
Me sonda, ó Senhor!
Que trago eu no peito?
Rever as benesses;
Cantar sem defeito.
Tropeço, apedrejo,
Cruel e sem lei,
Um ser sem direito;
Pedi e encontrei.
Agradeço o perdão,
Que redime a desgraça;
Tem sim e tem não...
É graça, de graça!
Lara, lá, lá, lá, lá...
Sim, quero cantar,
Em adoração,
Com meu coração.
Tua voz, meu irmão!
Louve o bem e a fartura,
Da ferida e da cura,
Do que foi ou será.
É o amor do Senhor.
Conte a história, a memória,
Chegue alegre, celebre,
Pois venceu toda a dor.
Festa e graça, recebe
Do teu povo, Senhor,
Pois do vinho do amor
Toda a taça ele bebe.
Danço a festa do amor,
Sou da graça o cantor,
Pois se é teu meu louvor,
Tudo é teu, meu Senhor!
Lara, lá, lá, lá, lá...